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terça-feira, 2 de julho de 2024

São Tomé - santo do dia - 03.07.2024

     


São Tomé

Biografia de São Tomé:

São Tomé, também conhecido como Tomé Dídimo, foi um dos doze apóstolos de Jesus Cristo. Ele é talvez mais famoso por sua incredulidade inicial em relação à ressurreição de Jesus, que lhe valeu o apelido de "Tomé, o Incrédulo." Após a ressurreição, Tomé declarou que só acreditaria se pudesse ver e tocar as marcas dos pregos nas mãos de Jesus e colocar a mão no Seu lado. Jesus apareceu a Tomé e, ao permitir que ele tocasse Suas feridas, levou Tomé a fazer a profunda declaração de fé: "Meu Senhor e meu Deus!"

Após este evento, segundo a tradição, Tomé teria levado o Evangelho a várias partes do mundo, incluindo a Índia, onde fundou comunidades cristãs. Ele é venerado como o fundador da Igreja Sírio-Malabar na Índia. Tomé morreu como mártir, e seu legado é celebrado com grande devoção. Sua vida nos ensina sobre a importância da fé, da busca pela verdade e da disposição para ser transformado por encontros com o divino.

Oração a São Tomé:

São Tomé, exemplo de busca pela verdade, guia-nos na nossa jornada de fé. Ajuda-nos a superar as dúvidas e a reconhecer a presença de Deus em nossas vidas. Que, como tu, possamos proclamar "Meu Senhor e meu Deus" com convicção e amor. Intercede por nós para que sejamos corajosos na missão de espalhar o Evangelho, vivendo com integridade e confiança. Fortalece nossa fé, mesmo nas incertezas, e faz de nós testemunhas fiéis da ressurreição. Amém.

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quarta-feira, 28 de junho de 2023

São Tomé - santodo dia - 03.07.2023

    





São Tomé


Tomé significa “abismo” ou “duplicado”, em grego dídimo; ou vem de thomos, que quer dizer “divisão”, “partilha”. O nome Tomé também pode vir de Theos, “Deus”, e meus “meu”, isto é, “Deus meu”, o que corresponde ao que disse quando reconheceu sua fé: “Senhor meu e Deus meu”.

O apóstolo Tomé ou Tomás era pescador quando Jesus o encontrou e o admitiu entre seus discípulos.

São três as grandes passagens do apóstolo Tomé no livro sagrado. A primeira é quando Jesus é chamado para voltar à Judéia e acudir Lázaro. Seu grupo tenta impedir que se arrisque, pois havia ameaças dos inimigos e Jesus poderia ser apedrejado. Mas ele disse que iria assim mesmo e, aflito, Tomé intima os demais: “Então vamos também e morramos com ele!”

Na segunda passagem, demonstra melancolia e incerteza. Jesus reuniu os discípulos no cenáculo e os avisou de que era chegada a hora do cumprimento das determinações de seu Pai. Falou com eles em tom de despedida, conclamando-os a segui-lo: “Para onde eu vou vocês sabem. E também sabem o caminho”. Tomé queria mais detalhes, talvez até tentando convencer Jesus a evitar o sacrifício: “Se não sabemos para onde vais, como poderemos conhecer o caminho?”. A resposta de Jesus passou para a história: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim”.

E a terceira e definitiva passagem foi a que mais marcou a trajetória do apóstolo. Foi justamente quando todos lhe contaram que o Cristo havia ressuscitado, pois ele era o único que não estava presente ao evento. Tomé disse que só acreditaria se visse nas mãos do Cristo o lugar dos cravos e tocasse-lhe o peito dilacerado. A dúvida em pessoa, como se vê. Mas ele pôde comprovar tanto quanto quis, pois Jesus lhe apareceu e disse: “Põe o teu dedo aqui e vê minhas mãos!… Não sejas incrédulo, acredita!” Dessa forma, sua incredulidade tornou-se apenas mais uma prova dos fatos que mudaram a história da humanidade.

Após a crucificação e a ressurreição, pregou entre os medos e os partas, povos que habitavam a Pérsia. Há também indícios de que tenha levado o Evangelho à Índia, segundo as pistas encontradas por são Francisco Xavier no século XVI. Morreu martirizado com uma lança, segundo a antiga tradição cristã. Sua festa é comemorada em 3 de julho.

Eis o que Isidoro diz desse apóstolo em seu livro sobre a vida e a morte dos santos: “Tomé, discípulo e imitador de Cristo, foi incrédulo ao ouvir e fiel ao ver. Pregou o Evangelho aos partas, aos medas, aos persas, aos hircanos e aos báctrios; entrando no Oriente e penetrando no interior da região, pregou até a hora de seu martírio. Foi trespassado por lanças”.

A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Anatólio e Leão II

Fonte https://franciscanos.org.br/

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sexta-feira, 1 de julho de 2022

São Tomé - 03.07.2022 - santo do dia



Santo do dia


São Tomé


Tomé significa “abismo” ou “duplicado”, em grego dídimo; ou vem de thomos, que quer dizer “divisão”, “partilha”. O nome Tomé também pode vir de Theos, “Deus”, e meus “meu”, isto é, “Deus meu”, o que corresponde ao que disse quando reconheceu sua fé: “Senhor meu e Deus meu”.

O apóstolo Tomé ou Tomás era pescador quando Jesus o encontrou e o admitiu entre seus discípulos.

São três as grandes passagens do apóstolo Tomé no livro sagrado. A primeira é quando Jesus é chamado para voltar à Judéia e acudir Lázaro. Seu grupo tenta impedir que se arrisque, pois havia ameaças dos inimigos e Jesus poderia ser apedrejado. Mas ele disse que iria assim mesmo e, aflito, Tomé intima os demais: “Então vamos também e morramos com ele!”

Na segunda passagem, demonstra melancolia e incerteza. Jesus reuniu os discípulos no cenáculo e os avisou de que era chegada a hora do cumprimento das determinações de seu Pai. Falou com eles em tom de despedida, conclamando-os a segui-lo: “Para onde eu vou vocês sabem. E também sabem o caminho”. Tomé queria mais detalhes, talvez até tentando convencer Jesus a evitar o sacrifício: “Se não sabemos para onde vais, como poderemos conhecer o caminho?”. A resposta de Jesus passou para a história: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim”.

E a terceira e definitiva passagem foi a que mais marcou a trajetória do apóstolo. Foi justamente quando todos lhe contaram que o Cristo havia ressuscitado, pois ele era o único que não estava presente ao evento. Tomé disse que só acreditaria se visse nas mãos do Cristo o lugar dos cravos e tocasse-lhe o peito dilacerado. A dúvida em pessoa, como se vê. Mas ele pôde comprovar tanto quanto quis, pois Jesus lhe apareceu e disse: “Põe o teu dedo aqui e vê minhas mãos!… Não sejas incrédulo, acredita!” Dessa forma, sua incredulidade tornou-se apenas mais uma prova dos fatos que mudaram a história da humanidade.

Após a crucificação e a ressurreição, pregou entre os medos e os partas, povos que habitavam a Pérsia. Há também indícios de que tenha levado o Evangelho à Índia, segundo as pistas encontradas por são Francisco Xavier no século XVI. Morreu martirizado com uma lança, segundo a antiga tradição cristã. Sua festa é comemorada em 3 de julho.

Eis o que Isidoro diz desse apóstolo em seu livro sobre a vida e a morte dos santos: “Tomé, discípulo e imitador de Cristo, foi incrédulo ao ouvir e fiel ao ver. Pregou o Evangelho aos partas, aos medas, aos persas, aos hircanos e aos báctrios; entrando no Oriente e penetrando no interior da região, pregou até a hora de seu martírio. Foi trespassado por lanças”.

A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Anatólio e Leão II