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terça-feira, 18 de junho de 2024

Santa Juliana de Falconieri - santo do dia - 19.06.2024

    





Santa Juliana de Falconieri


Biografia de Santa Juliana de Falconieri

Santa Juliana de Falconieri nasceu em 1270, em Florença, Itália, em uma família nobre. Desde cedo, demonstrou uma grande inclinação para a vida religiosa, sendo influenciada por seu tio, São Alexis Falconieri, um dos sete fundadores da Ordem dos Servitas. Juliana se dedicou à oração, à penitência e ao serviço aos pobres. Com apenas 15 anos, recusou um casamento arranjado e decidiu consagrar-se totalmente a Deus, entrando na Ordem Terceira dos Servos de Maria.

Em 1305, Juliana fundou a congregação das Servas de Maria, também conhecidas como as Mantellate, devido ao manto preto que usavam. Sob sua liderança, a congregação floresceu e se dedicou ao cuidado dos doentes e necessitados. Juliana era conhecida por sua profunda humildade, caridade e devoção à Eucaristia.

Ela viveu uma vida de austeridade e serviço até sua morte em 19 de junho de 1341. Conta-se que, no momento de sua morte, incapaz de receber a Comunhão devido à doença, a hóstia foi milagrosamente transportada para seu coração. Santa Juliana foi canonizada pelo Papa Clemente XII em 1737. Sua festa é celebrada no dia 19 de junho.

Oração a Santa Juliana de Falconieri

Ó Santa Juliana de Falconieri,
exemplo de humildade e caridade,
intercede por nós junto ao Senhor,
para que possamos seguir teus passos
no serviço aos pobres e enfermos.
Que tua vida de devoção e sacrifício
nos inspire a amar e servir a Deus
com um coração puro e generoso. Amém.

Leia também: LITURGIA DA PALAVRA

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Salmo

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Santo do dia

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terça-feira, 20 de junho de 2023

Santa Juliana de Falconieri - santo do dia - 19.06.2023


    




Santa Juliana de Falconieri


Nasceu Juliana em 1270, filha de Caríssimo e Ricordata. Caríssimo era irmão de santo Alexis Falconieri, um dos fundadores dos Servitas. Caríssimo tornou-se muito rico, por sua habilidade comercial; temendo não ter ganho honestamente as suas posses, pediu ao papa Urbano IV a absolvição geral e empregou os seus haveres em boas obras. Era bem idoso já, quando lhe nasceu Juliana. As primeiras palavras que a menina pronunciou foram Jesus e Maria. Caríssimo morreu pouco tempo depois.

Desde 1284, recebeu o hábito de terceira na Congregação dos Servitas, dado por são Filipe Benício. Durante um ano foi objeto de admiração para sua família e para sua mãe. Na presença de são Filipe fez ainda a sua profissão; pouco tempo depois ele faleceu, não sem recomendar-lhe a Congregação toda, mas particularmente as Irmãs.

Há muito tempo Juliana conhecia os instrumentos de penitência; jejuava às quartas e sextas-feiras, não recebendo senão a santa comunhão; aos sábados comia apenas um pouco de pão e tomava água, e passava o dia a contemplar as sete dores de Maria; a sexta-feira era consagrada aos mistérios da paixão do Senhor, em honra dos quais se flagelava até o sangue.

Após a morte de sua mãe, ocupou-se em reunir aquelas que, querendo se consagrar a Deus como ela, até então tinham vivido nas casas de suas famílias. Uma vez todas instaladas na casa, ela própria quis pedir a admissão, de pés nus e com uma corda ao pescoço, batendo à porta.

O papa Bento XI, em 1304, declarou essa Congregação verdadeira Ordem religiosa. Dois anos mais tarde, Juliana aceitou ser superiora. Tendo viva consciência de que aquele que está mais altamente colocado deve ser o servo dos outros, procurava sempre os trabalhos mais humildes. Dormia pouco, estendida sobre chão nu; suas orações, que duravam até um dia inteiro, obtiveram-lhe a graça e a força de resistir às mais abomináveis tentações. Pacificou discórdias civis, interessou-se pelos pobres e pelos doentes, que ela curava ao contato de suas mãos.

No fim de sua vida, por causa de doença do estômago, não suportou mais alimento algum, nem mesmo a comunhão. Na hora da morte, não podendo receber o viático, suplicou ao P. Tiago de Campo Regio que lhe trouxesse ao menos o cibório em sua cela; ela se estendeu então por terra, e com os braços em cruz, quis que um corporal fosse estendido sobre o seu peito e que a santa hóstia fosse aí depositada; esta, assim que foi depositada, desapareceu misteriosamente, e Juliana morreu dizendo: “Meu doce Jesus” (19/6/1341).

Por ocasião da toalete fúnebre, encontrou-se sobre o coração da santa, a marca da hóstia como um selo, com a imagem de Jesus crucificado. O Senhor, que ela tanto desejara receber, tinha-a escutado para além de toda esperança. Em memória desse milagre, as “Mantellate” trazem sobre o lado esquerdo do escapulário a imagem de uma hóstia.

Fonte: “Um santo para cada dia”, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini, da Paulus. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Gervásio e Julia.

Fonte https://franciscanos.org.br/