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segunda-feira, 6 de maio de 2024

Santa Madalena de Canossa - santo do dia - 08.05.2024

    





Santa Madalena de Canossa


Biografia de Santa Madalena de Canossa:

Santa Madalena de Canossa, também conhecida como Santa Madalena Virgínia Teresa de Canossa, nasceu em Verona, Itália, em 1774. Filha de nobres, recebeu uma educação religiosa e humanista. Aos 22 anos, após a morte de seus pais, sentiu um chamado interior para dedicar-se à vida religiosa e ao serviço dos mais necessitados.

Em 1808, fundou a Congregação das Filhas de Caridade de Canossa, com o propósito de educar crianças pobres e cuidar dos doentes e necessitados. Sua obra logo se expandiu, estabelecendo escolas, hospitais e orfanatos em várias partes da Itália.

Madalena de Canossa foi uma líder inspiradora, dedicada ao serviço dos mais vulneráveis e desfavorecidos. Sua vida exemplar de caridade e compaixão a levou a ser reconhecida como santa pela Igreja Católica. Ela faleceu em 1835, deixando um legado de amor e serviço que perdura até os dias de hoje.

Oração a Santa Madalena de Canossa:

Ó Santa Madalena de Canossa, modelo de caridade e dedicação aos mais necessitados, olhai por nós em nossas aflições e necessidades. Ensinai-nos a amar como vós amastes, a servir como vós servistes, e a ser instrumentos da paz e da esperança onde quer que estejamos.

Intercedei junto a Deus por aqueles que sofrem, pelos doentes, pelos pobres e desamparados. Fortalecei nossa fé, nossa esperança e nossa caridade, para que, seguindo vosso exemplo, possamos ser luzes de amor e compaixão neste mundo.

Santa Madalena de Canossa, rogai por nós, para que, como vós, possamos dedicar nossas vidas ao serviço do Reino de Deus e ao bem de nossos irmãos e irmãs necessitados. Amém.

Leia também: LITURGIA DA PALAVRA

Leia também:

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domingo, 7 de maio de 2023

Santa Madalena de Canossa - santo do dia - 08.05.2023

    





Santa Madalena de Canossa


Madalena Gabriela Canossa nasceu no dia 1º de março de 1774 na cidade italiana de Verona, que pertencia à sua nobre e influente família. Seu pai faleceu quando tinha cinco anos. Sua mãe abandonou os filhos para se casar novamente. As crianças foram entregues aos cuidados de uma péssima instituição e Madalena adoeceu várias vezes. Por essas etapas dolorosas, Deus a guiou por estradas imprevisíveis.

Aos dezessete anos, desejou consagrar sua vida a Deus e por duas vezes tentou a experiência do Carmelo. Mas sentiu que não era esta a sua vida. Retornou para a família, guardando secretamente no coração a sua vocação. No palácio, aceitou a administração do vasto patrimônio familiar, surpreendendo a todos com seu talento para os negócios. Entretanto, nunca se interessou pelo matrimônio.

Os tristes acontecimentos do século, políticos, sociais e eclesiais, marcados pelas repercussões da Revolução Francesa, bem como as alternâncias dos vários imperadores estrangeiros na região italiana, deixavam os rastros na devastação e no sofrimento humano, enchendo a sua cidade de pobres e menores abandonados.

Em 1801, duas adolescentes pobres e abandonadas pediram abrigo em seu palácio. Ela não só as abrigou como recolheu muitas outras. Pressentiu que este era o caminho do espírito e descobriu no Cristo Crucificado o ponto central de sua espiritualidade e de sua missão. Abriu o palácio dos Canossa e fez dele não uma hospedaria, mas uma comunidade de religiosas, mesmo contrariando seus familiares.

Sete anos depois, superou as últimas resistências de sua família, deixando em definitivo o palácio. Madalena foi para o bairro mais pobre de Verona, para concretizar seu ideal de evangelização e de promoção humana, fundando a congregação das Filhas da Caridade, para a formação de religiosas educadoras dos pobres e necessitados. Seguindo o exemplo de Maria, a Mãe Dolorosa, ela deixou que o espírito a guiasse até os pobres de outras cidades italianas. Em poucos anos as fundações se multiplicaram, e a família religiosa cresceu a serviço de Cristo.

Madalena escreveu as Regras da Congregação das Filhas da Caridade em 1812, as quais, após dezesseis anos, foram aprovadas pelo papa Leão XII. Mas só depois de várias tentativas mal-sucedidas Madalena conseguiu dar andamento para a Congregação masculina, como havia projetado inicialmente. Foi em 1831, na cidade de Veneza, o primeiro oratório dos Filhos da Caridade para a formação cristã dos jovens e adultos.

Ela encerrou sua fecunda existência terrena numa Sexta-Feira da Paixão. Morreu em Verona, assistida pelas Filhas, no dia 10 de abril de 1835. As congregações foram para o Oriente em 1860. Atualmente, estão presentes nos cinco continentes e são chamados de irmãs e irmãos canossianos. Em 1988, o papa João Paulo II proclamou-a santa Madalena de Canossa, determinando o dia de sua morte para seu culto litúrgico.

Fonte: Pia Sociedade Filhas de São Paulo Paulinas http://www.paulinas.org.br

A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Bonifácio IV, Agácio, Desiderato e São Vítor de Milão

Fonte https://franciscanos.org.br/

domingo, 9 de abril de 2023

Santa Madalena de Canossa - santo do dia - 10.04.2023


    




Santa Madalena de Canossa


Fundadora da Congregação Filhas da Caridade.

Madalena Gabriela Canossa nasceu no dia 1º de março de 1774 na cidade italiana de Verona, que pertencia à sua nobre e influente família. Seu pai faleceu quando tinha cinco anos. Sua mãe abandonou os filhos para se casar novamente. As crianças foram entregues aos cuidados de uma péssima instituição e Madalena adoeceu várias vezes. Por essas etapas dolorosas, Deus a guiou por estradas imprevisíveis.

Aos dezessete anos, desejou consagrar sua vida a Deus e por duas vezes tentou a experiência do Carmelo. Mas sentiu que não era esta a sua vida. Retornou para a família, guardando secretamente no coração a sua vocação. No palácio, aceitou a administração do vasto patrimônio familiar, surpreendendo a todos com seu talento para os negócios. Entretanto, nunca se interessou pelo matrimônio.

Os tristes acontecimentos do século, políticos, sociais e eclesiais, marcados pelas repercussões da Revolução Francesa, bem como as alternâncias dos vários imperadores estrangeiros na região italiana, deixavam os rastros na devastação e no sofrimento humano, enchendo a sua cidade de pobres e menores abandonados.

Em 1801, duas adolescentes pobres e abandonadas pediram abrigo em seu palácio. Ela não só as abrigou como recolheu muitas outras. Pressentiu que este era o caminho do espírito e descobriu no Cristo Crucificado o ponto central de sua espiritualidade e de sua missão. Abriu o palácio dos Canossa e fez dele não uma hospedaria, mas uma comunidade de religiosas, mesmo contrariando seus familiares.

Sete anos depois, superou as últimas resistências de sua família, deixando em definitivo o palácio. Madalena foi para o bairro mais pobre de Verona, para concretizar seu ideal de evangelização e de promoção humana, fundando a congregação das Filhas da Caridade, para a formação de religiosas educadoras dos pobres e necessitados. Seguindo o exemplo de Maria, a Mãe Dolorosa, ela deixou que o espírito a guiasse até os pobres de outras cidades italianas. Em poucos anos as fundações se multiplicaram, e a família religiosa cresceu a serviço de Cristo.

Madalena escreveu as Regras da Congregação das Filhas da Caridade em 1812, as quais, após dezesseis anos, foram aprovadas pelo papa Leão XII. Mas só depois de várias tentativas malsucedidas Madalena conseguiu dar andamento para a Congregação masculina, como havia projetado inicialmente. Foi em 1831, na cidade de Veneza, o primeiro oratório dos Filhos da Caridade para a formação cristã dos jovens e adultos.

Ela encerrou sua fecunda existência terrena numa Sexta-Feira da Paixão. Morreu em Verona, assistida pelas Filhas, no dia 10 de abril de 1835. As congregações foram para o Oriente em 1860. Atualmente, estão presentes nos cinco continentes e são chamados de irmãs e irmãos canossianos. Em 1988, o papa João Paulo II proclamou-a santa Madalena de Canossa, determinando o dia de sua morte para seu culto litúrgico.

A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Miguel dos Santos, Ezequiel e Pompeu.

Fonte https://franciscanos.org.br/