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domingo, 9 de junho de 2024

Santo Onofre - santo do dia - 12.06.2024

    





Santo Onofre


Biografia de Santo Onofre

Santo Onofre é um santo eremita que viveu entre os séculos IV e V. Nasceu no Egito e foi um dos Padres do Deserto, um grupo de homens e mulheres que se retiraram para o deserto para viver em oração e ascetismo. Segundo a tradição, Onofre viveu 70 anos no deserto, em total solidão, dedicando-se inteiramente à oração, ao jejum e à penitência.

Relatos de sua vida foram preservados através de escritos de outro eremita, São Pafnúncio, que encontrou Santo Onofre durante uma de suas peregrinações. Pafnúncio descreveu Onofre como um homem de longa barba e cabelos, vestido apenas com folhas, que se sustentava milagrosamente com alimentos providenciados por Deus, como pão e água.

Santo Onofre é venerado tanto na Igreja Ortodoxa quanto na Igreja Católica, sendo considerado um exemplo de devoção extrema e vida eremítica. Seu dia de festa é celebrado em 12 de junho.

Oração a Santo Onofre

Ó Santo Onofre, exemplo sublime de fé e abnegação, que buscaste no deserto a comunhão profunda com Deus, intercede por nós. Que possamos, à tua semelhança, encontrar em meio ao silêncio a voz divina que nos guia. Fortalece-nos nas provações e ilumina nosso caminho com a tua sabedoria. Amém.

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domingo, 11 de junho de 2023

Santo Onofre - santo do dia - 12.06.2023


    




Santo Onofre


Onofre foi um eremita que viveu no Egito no final do século IV e início do século V. Ele foi encontrado por um abade chamado Pafúncio. Acostumado a fazer visitas a alguns eremitas na região de Tebaida, esse abade empreendeu sua peregrinação a fim de descobrir se também seria chamado a vivê-la.

Pafúncio perambulou no deserto durante 21 dias, quando, totalmente exausto e sem forças, caiu ao chão. Nesse instante, viu aparecer uma figura que o fez estremecer: era um homem idoso, de cabelos e barbas que desciam até o chão, recoberto de pelos tal qual um animal, usando uma tanga de folhas.

Era comum os eremitas serem encontrados com tal aspecto, pois viviam sozinhos no isolamento do deserto e eram vistos apenas pelos anjos. No final, ficavam despidos porque qualquer vestimenta era difícil de ser encontrada e reposta.

No primeiro instante, Pafúncio pôs-se a correr, assustado, com aquela figura. Porém, minutos depois, essa figura o chamou dizendo que nada temesse, pois também era um ser humano e servo de Deus.

O abade retornou ao local e os dois passaram a conversar. Onofre disse a Pafúncio o seu nome e explicou-lhe a sua verdadeira história. Era monge em um mosteiro, mas sentira-se chamado à vida solitária. Resolveu seguir para o deserto e levar a vida de eremita, a exemplo de são João Batista e do profeta Elias, vivendo apenas de ervas e do pouco alimento que encontrasse.

Onofre falou sobre a fome e a sede que sentira e também sobre o conforto que Deus lhe dera alimentando-o com os frutos de uma tamareira que ficava próxima da gruta que era sua moradia. Em seguida, conduziu Pafúncio à tal gruta, onde conversaram sobre as coisas celestes até o pôr-do-sol, quando apareceu, repentinamente, diante dos dois, um pouco de pão e água que os revigorou.

Pafúncio falou a ele sobre seu desejo de tornar-se um eremita. Mas Onofre disse que não era essa a vontade de Deus, que o tinha enviado para assistir-lhe a morte. Depois, deveria retornar e contar a todos sua vida e o que presenciara. Pafúncio ficou, e assistiu quando um anjo deu a eucaristia a Onofre antes da morte, no dia 12 de junho.

Retornando à cidade, escreveu a história de santo Onofre e a divulgou por toda a Ásia. A devoção a este santo era muito grande no Oriente e passou para o Ocidente no tempo das cruzadas. O dia 12 de junho foi mantido pela Igreja, tendo em vista a época em que Pafúncio viveu e escreveu o livro da vida de santo Onofre, que buscou de todas as maneiras os ensinamentos de Deus.

A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Olímpio e Iolanda

Fonte https://franciscanos.org.br/